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Medicina integrativa: o que é e qual a sua importância?

Medicina integrativa: o que é e qual a sua importância?

A medicina integrativa propõe um olhar diferenciado aos cuidados com a saúde. Enquanto a medicina tradicional direciona seus esforços no tratamento da doença em si, a medicina integrativa tem o objetivo de cuidar do indivíduo como um todo, de forma a alcançar não só a cura, e também seu bem-estar integral. 

A prática, respaldada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), já é praticada no Brasil por importantes instituições como o hospital Sírio Libanês e o Albert Einstein. Além disso, em 2006, foi implementada a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PIC), que propõe a utilização da metodologia no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Quer entender melhor sobre o funcionamento do tratamento integrativo? Então, continue a leitura e confira:

  • O que é medicina integrativa? 
  • Relação médico-paciente na medicina integrativa
  • Práticas comuns em tratamentos integrativos 
  • Benefícios da medicina integrativa 

O que é medicina integrativa? 

A medicina integrativa é a prática em saúde que trata o indivíduo em sua totalidade, portanto, leva-se em consideração sua saúde física, mental e emocional. 

Neste caso, não se olha apenas para a doença e seus sintomas, mas busca-se entender as angústias e a realidade de cada paciente. Ou seja, trata-se de um olhar mais individualizado e humanizado de cada situação. 

Geralmente, durante um tratamento integrativo, estão envolvidos profissionais de diversas áreas como médicos, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, dentre outros. 

Essa integração de todas as áreas que influenciam no bem estar do paciente acontece com o intuito de oferecer uma assistência completa e personalizada durante o seu tratamento. 

As metodologias alternativas podem servir de apoio para doenças crônicas ou graves, como o câncer e problemas cardíacos ou respiratórios. 

Elas são importantes no tratamento, pois garantem que a mente, o espírito e as emoções do paciente também irão ganhar atenção especial durante o tratamento de uma enfermidade. 

Relação médico-paciente na medicina integrativa

Para que o tratamento integrativo aconteça de forma assertiva e eficiente é fundamental que o médico estabeleça uma relação próxima com o paciente. O profissional deve acolher o indivíduo em sua singularidade, de modo a indicá-lo um tratamento específico para suas necessidades.

Por isso, a relação médico-paciente deve ser baseada em um atendimento personalizado e humanizado. Cabe ao profissional, portanto, ouvir as angústias do paciente, entender sua realidade social e todos os aspectos de sua vida que podem influenciar em sua saúde e bem-estar. 

Dessa forma, o médico terá embasamento para indicar os cuidados que serão importantes para ajudá-lo a ter uma melhor qualidade de vida. Neste caso, inclui-se a saúde física, claro, mas também a saúde mental e emocional. 

– Leia também: Humanização no hospital: o que é, benefícios e exemplos de ações

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Práticas comuns em tratamentos integrativos 

Com o conhecimento do indivíduo em sua totalidade e entendimento de suas necessidades, o médico pode sugerir uma série de práticas que complementam o tratamento tradicional. Entre as mais comuns estão: 

  • Acompanhamento nutricional: uma alimentação saudável e balanceada é fundamental para a saúde, sendo uma excelente aliada durante qualquer tratamento médico;
  • Tratamento psicológico: a saúde física e mental estão, muitas vezes, correlacionadas. Por isso, buscar uma qualidade de vida emocional é um importante passo para ter uma saúde plena;
  • Meditação, yoga, etc: são técnicas de relaxamento que ajudam o indivíduo a focar no momento presente, o que contribui para minimizar sintomas de estresse e ansiedade;
  • Uso de fitoterápicos: remédios derivados e reproduzidos a partir de plantas medicinais ou seus derivados, podem ser utilizados com finalidade profilática, curativa ou paliativa.

Nenhuma dessas medidas têm o objetivo de substituir a medicina tradicional. Muito pelo contrário, elas serão um apoio a mais nos cuidados com o paciente. 

Dessa forma, garante-se que outros aspectos além da saúde física, estejam sendo assistidos durante o tratamento, como é o caso da mente e das emoções, por exemplo. 

Benefícios da medicina integrativa 

  • Melhora o prognóstico do paciente;
  • Alivia os sintomas da doença;
  • Proporciona um estilo de vida mais saudável;
  • Visão interdisciplinar no tratamento, uma vez que é necessário a integração de várias áreas em prol do bem estar do paciente;
  • Aumento da qualidade de vida do indivíduo;
  • Cuida do corpo, mente, emoções e espírito do paciente durante o tratamento. 

– Leia também: Jornada do paciente: o que é e qual a sua importância?

FAQ sobre medicina integrativa

Como iniciar a implementação da medicina integrativa sem aumentar muito o custo fixo?

Para iniciar com a medicina integrativa, você pode começar com serviços complementares sob demanda e profissionais parceiros, antes de internalizar a operação.

Quais serviços têm maior demanda inicial?

Nutrição, psicologia e acompanhamento clínico voltado à prevenção e qualidade de vida.

Como integrar a medicina integrativa ao modelo tradicional?

Criando protocolos que conectem o tratamento convencional com abordagens complementares.

Como mensurar resultados nesse modelo?

Acompanhando adesão ao tratamento, evolução clínica e satisfação do paciente ao longo do tempo.

A telemedicina pode apoiar a medicina integrativa?

Sim. Acompanhamentos, retornos e orientações podem ser feitos remotamente, aumentando escala e recorrência.

Quais os principais desafios operacionais?

Padronização de condutas, alinhamento entre profissionais e definição clara do posicionamento da clínica.

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